A mansão considerada a mais cara do Brasil, localizada no bairro nobre do Leblon, no Rio de Janeiro, será demolida. O imóvel, que chegou a ser anunciado por R$ 200 milhões em 2024, foi vendido por R$ 220 milhões ao grupo Mozak, que pretende construir no local um novo condomínio de luxo.
O projeto prevê a construção de oito casas de altíssimo padrão, com valores que podem variar entre R$ 30 milhões e R$ 50 milhões, dependendo do tipo de personalização escolhido pelos compradores.

Um novo conceito de luxo e exclusividade
A nova construção, batizada de Estância Pernambuco, ficará dentro do sofisticado Condomínio Jardim Pernambuco, uma das áreas mais valorizadas do Rio de Janeiro. O projeto é assinado pela Bernardes Arquitetura, liderada pelo renomado arquiteto Thiago Bernardes, responsável por projetos icônicos como o Museu de Arte do Rio. O paisagismo ficará por conta de Daniel Nunes, destacando a integração das construções com a natureza local.
Cada uma das oito casas contará com lotes que variam entre 1.120 m² e 4.000 m², com áreas construídas de 944 m² a 1.120 m². Além do design sofisticado e da infraestrutura moderna, os imóveis contarão com vistas privilegiadas tanto para o mar quanto para a mata nativa ao redor.
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De acordo com a Mozak, os moradores terão acesso a um bosque privativo com trilhas e mirantes exclusivos. Cada residência será personalizada de acordo com as necessidades e desejos dos compradores, garantindo exclusividade e sofisticação.
Planejamento e prazos
A previsão é que as obras tenham início em janeiro de 2026. Antes disso, será necessária a demolição completa da mansão que hoje ocupa o terreno de 11 mil m². Essa propriedade, que foi por anos um símbolo de luxo e exclusividade no Brasil, dará lugar a um novo conceito de moradia de alto padrão, seguindo uma tendência de empreendimentos cada vez mais personalizados e sustentáveis.
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Mercado imobiliário de alto padrão em expansão
A decisão de substituir a antiga mansão por um novo condomínio de luxo reflete uma mudança no mercado imobiliário de alto padrão no Brasil. Nos últimos anos, cresceu a demanda por moradias que oferecem não apenas espaço e sofisticação, mas também serviços personalizados e integração com a natureza.
Segundo especialistas do setor, muitos compradores de alto poder aquisitivo preferem investir em propriedades dentro de condomínios fechados, que garantem segurança, exclusividade e uma experiência de moradia diferenciada. No caso do Estância Pernambuco, além da localização privilegiada, a combinação de arquitetura de ponta e paisagismo refinado deve atrair um público seleto e exigente.
Tendência global de reurbanização
O caso da mansão do Leblon também se encaixa em um movimento global de reurbanização de espaços privilegiados. Em cidades como Nova York, Londres e Miami, é comum que propriedades de grande porte sejam demolidas para dar lugar a empreendimentos mais modernos e adaptados às novas demandas do mercado. O conceito de ultraluxo sustentável tem ganhado espaço, com projetos que aliam sofisticação à eficiência ambiental e ao bem-estar dos moradores.
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Com a crescente valorização do mercado imobiliário no Brasil, especialmente em áreas nobres como o Leblon, a transformação da mansão mais cara do país em um condomínio de luxo representa um novo capítulo na história do setor. Os futuros moradores do Estância Pernambuco terão acesso a uma experiência única, com moradias que unem exclusividade, conforto e design inovador.